Cobertura vacinal baixa em mais da metade das cidades brasileiras!

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Vacina e a cobertura
Cobertura Vacinal

A cobertura vacinal das cidades brasileiras está baixa! Uma análise inédita do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS), com base em dados do Ministério da Saúde atualizados até 4 de abril de 2021, mostra que menos da metade das cidades brasileiras atingiu a meta do Plano Nacional de Imunização (PNI) para nove vacinas. O estudo foi publicado em reportagem da Folha de São Paulo em junho.

As vacinas estudadas foram aquelas contra poliomielite, meningite C, rotavírus, hepatite A e B, pentavalente, BCG,tríplice viral e pneumocócia. A queda brusca na cobertura vacinal abre brecha para novos surtos e epidemias de doenças já preveníveis.

A cobertura mais baixa é a da vacina contra Hepatite B em crianças de até 30 dias. De 2019 para 2020, a cobertura vacinal caiu de 78,6% para 62,8%. As vacinas BCG e primeira dose da Tríplice Viral aparecem em seguida, com segunda e terceira maior queda.

O estudo ainda revelou que a baixa cobertura vacinal aparece em todas as classes sociais, e que o principal motivo foi a insegurança dos pais em levar os filhos para postos de saúde, com medo de se contaminar com a covid-19.

Isso significa que, quando as coisas voltarem ao normal e a circulação de pessoas aumentar, as chances dessas doenças reaparecerem com força são enormes, a não ser que as pessoas atualizem a carteira de vacinação!

O retrocesso na cobertura vacinal já mostra as consequências com algumas doenças, como o sarampo. Surtos da doença estão surgindo pelo país há alguns anos, o que impactou no Certificado de País Livre do Sarampo, que o Brasil perdeu em 2019. Em 2021, houve surtos de sarampo em 21 estados brasileiros, sendo o Pará responsável por 60% dos casos.

Importância da vacina

As vacinas estimulam a produção de anticorpos, que são agentes de defesa que atuam contra os vírus e bactérias que provocam doenças infecciosas. Ao receber uma vacina, o vírus ou a bactéria inativada causadora de doenças é “apresentado” ao corpo e os anticorpos desenvolvidos a partir dela ficam registrados na memória imunológica para serem acionados caso os micróbios responsáveis pelas doenças apareçam.

Ao manter a carteira de vacinação atualizada, as pessoas não apenas se protegem de doenças infecciosas, como também protegem todos à sua volta, inclusive aqueles que por algum motivo não possam ser vacinados (seja por alergia a algum elemento da vacina, ou por serem imunodeprimidos).

Manter o calendário vacinal atualizado e tomar todas as vacinas indicadas, inclusive os reforços, é de extrema importância para o bem estar individual e coletivo. Enquanto a imunização mantém o sistema fortalecido e preparado para enfrentar doenças, ele também mantém o “escudo” de proteção firme e forte para aqueles que não possam se vacinar.

Vacinação em casa

A preocupação em relação ao coronavírus impediu muita gente de ir aos postos e clínicas de vacinação para atualizar a carteirinha. Por isso, a Imunocamp oferece o serviço de vacinação domiciliar, a fim de contribuir com a melhora do atual cenário de cobertura vacinal. O serviço é ideal para quem deseja manter o distanciamento social neste período.

Através de sua Unidade Móvel, a Imunocamp presta serviço à população de Campinas, Piracicaba e regiões adjacentes de forma segura e em concordância com as normas estabelecidas pela RDC 197/2017. O veículo tem aval da Vigilância Sanitária para funcionar e possui câmara refrigeradora com controle digital de temperatura, garantindo que a vacina a ser aplicada chegará até o cliente om toda a segurança necessária.

Entre em contato com imunocamp@imunocamp.com.br para mais informações e agendamento na Unidade de Campinas pelos nossos telefones (19) 3756.7912 ou (19) 3385.0105 ou WhatsApp (19) 99891.3456, ou agende sua vacinação domiciliar através do nosso aplicativo IMUNOCAMP, disponível para Android e iOS. Agendamento na Unidade de Piracicaba  pelos nosso telefone (19) 3413.5592 e WhatsApp (19) 98239.0022.

Fontes: Folha de São Paulo, Secretaria de Educação do Estado de São Paulo e SBIm Família

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2021/06/com-pandemia-taxa-de-cobertura-vacinal-no-pais-despenca-e-abre-brecha-para-novos-surtos.shtml

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